30 de agosto de 2012

A inveja dos iletrados

És tu…
Quem anda adoecer,
Quem precisa de falar no meu ser,
Para desabafar a frustração que em ti deixo.
 
És tu…
Quem não me consegue enfrentar,
E me tenta derrubar...
Tentando destruir,
A imagem pela qual me emolduro,
E a imagem…
Pela qual tanto anseias alcançar!
 
Mas não consegues,
Sou acima do que cogitavas…
E tu continuas a adoecer,
Porque a frustração continua a crescer…
 
Continuo a minha vida,
E tu ainda estas parado…
Pois enquanto uma solução tentas achar,
Eu fortalezo-me,
Criando novos ideais de vida…
Cada vez mais distante de ti…
 
Quando encontras,
Uma brecha na qual penetrar,
Deparaste com um novo obstáculo!
É quando a tua frustração não para de aumentar,
E tentas, o suicídio da tua alma destruída…
 
Caindo numa vida,
Nuns hábitos de vida…
Que jamais conseguiras esquecer,
Perseguindo-te ate os teus últimos dias de existência…
 
E antes de partires…
Deparaste,
Que continuo o mesmo senhor da minha vida!
De: Diego Monteiro

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