17 de setembro de 2012

Fragmentos de um envelhecido coração

Ando,
A deambular de coração em coração.
Mas no fim…
Todos se metamorfosearam num tufão
 
Já não sei onde mais procurar,
Já não sei onde mais me deixar cair…
Anseio a forca de amar,
Mas também o temor de cair,
Novamente…
 
Já não sei se tenho sentimentos,
Pois por ninguém nada consigo sentir.
Entro em desespero,
E para a cama com elas acabo por ir…
Acordo, com tristeza de mim.
 
Olho-me ao espelho,
E vejo-as atrás de mim…
Esboço um sorriso para elas,
Mas ao mesmo tempo,
Uma lágrima corre dentro de mim.

 
De: Diego Monteiro

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